quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Discurso de Anselmo Oliveira no 1º de Dezembro de 2016


Da página de internet do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):

«Camaradas!

No dia 1 de Dezembro de 1640, um punhado de valentes portugueses, decidiu pôr fim a um domínio espanhol de 60 anos, eliminando os traidores e reconquistando a nossa independência enquanto Nação. Este dia é, e recordando as palavras de Francisco Cunha Leal em 1927, o triunfo do nacionalismo português.

Actualmente, a realidade é diferente, mas os riscos de perda da nossa independência não podem ser ignorados. Existem três símbolos que identificam a independência de um país: moeda, bandeira e hino. Um deles já perdemos (com as consequências que todos sabemos). A nossa bandeira é frequentemente acompanhada de uma outra azul com umas estrelas amarelas e outros tudo fazem para que não haja respeito para com o nosso hino.

Temos, hoje, na governação do nosso país muitos «Miguéis de Vasconcelos» que não hesitam em desbaratar o nosso país, com o objectivo de encher os próprios bolsos. É nossa obrigação, enquanto portugueses e nacionalistas, tudo fazer para tirar do poder, o mais rápido que nos for possível, essa corja de malfeitores da nação.

Este nosso caminho não é fácil. Todos os dias nos deparamos com muitas dificuldades em divulgar a nossa mensagem. O boicote mediático é evidente e já foi desmascarado. Aos nacionalistas são atribuídos uma série de rótulos, mas que não passam disso mesmo, numa feroz tentativa de nos silenciar. Mas não o conseguirão. A nossa vontade é férrea e quem entra numa guerra com determinação e, acima de tudo, com razão, nunca será vencido.
No caminho podemos ir perdendo algumas batalhas, mas alguém duvida que a vitória final será nossa? Quem duvidar não tem lugar entre nós!

Uma das batalhas já está a ser travada. É preciso parar a invasão islâmica da qual estamos a ser alvo. Vemos os defensores do multiculturalismo e da globalização a tentarem passar a imagem que, aqueles que vêm são uns “coitadinhos” e chegam até a dizer que eles são vitais para a nossa economia, apelando aos empresários portugueses que lhes dêem emprego. Então e os nossos? Convém relembrar a esses traidores da pátria que existem muitos portugueses a passar por dificuldades. O desemprego encontra-se presente em todo o lado, chegando ao ponto de algumas famílias terem dificuldades em se alimentar. Sim, há portugueses a passar fome! Enquanto aos invasores, todas as benesses lhes são concedidas à custa dos portugueses que trabalham e são vítimas de uma carga fiscal insuportável.

Sopram ventos de mudança e as pessoas começam a manifestar-se através da única arma que realmente têm: o voto! Recentemente, assistimos, nos Estados Unidos da América, à derrota do multiculturalismo, da globalização e do politicamente correcto. Foi também uma derrota humilhante para os meios de comunicação social. Sim, esses que nos boicotam. Sim, esses que tentam moldar a opinião pública da forma que lhes convém, tentando ofuscar aqueles que lhes são contra, com vista a favorecer aqueles a quem devem o poder que supostamente têm. Na Áustria, no próximo Domingo, vai ser reposta a verdade, depois de uma tentativa fraudulenta de derrotar o nacionalismo. Em França, no próximo ano, a vitória do nacionalismo está quase dada como certa. Se tal não fosse, não veríamos a tentativa de todos os outros se aliarem para derrotar a «Front National», como já se verificou nas eleições regionais.

Agora, mais do que nunca, muitos se insurgem contra o nacionalismo. Tratam as pessoas como crianças e apresentam-lhe o nacionalismo como o bicho-papão. Desenganem-se. As vossas tentativas são em vão. A nossa hora está a chegar. O nacionalismo é o futuro! Longe das crendices do politicamente correcto, das ditas questões fracturantes (que mais não são do que uma tentativa de acabar com a nossa identidade, a nossa moral tradicional, os nossos usos e costumes, com o objectivo destruir o país enquanto nação) e das falsas palavras habituais que se ouvem em períodos eleitorais para mais tarde se verificar que não são concretizáveis.

O PNR critica, é certo, mas apresenta soluções concretas, sem utopias nem demagogias! Um Estado nacional e social só é possível através do equilíbrio entre o público e o privado, entre o individual e o colectivo. A balança da governação nunca pode pender para um dos lados.

Hoje, estamos aqui a dar mais um passo na nossa difícil caminhada. Também se fosse fácil não era para nós! O crescimento do PNR é evidente. Todos os dias somos mais na nossa luta. Já começamos a incomodar muita gente, que é bom sinal. O tempo nos dará razão e nos colocará no lugar que é nosso para bem da nossa nação. O futuro somos nós!

Viva o PNR! Viva Portugal!»

Mais uma intervenção surreal do Marcelinho da "direitinha"


«O Presidente da República apelou hoje, em Faro, à convergência dos portugueses e à consolidação do espírito de família, porque as pessoas "não têm que ser iguais", apesar das discordâncias religiosas ou políticas.


"Que haja um espírito de família, que é o mesmo espírito de família que eu quero que se crie na família portuguesa. Não temos que ser iguais, seria horrível um país em que todos pensássemos da mesma maneira", disse Marcelo Rebelo de Sousa, sublinhando que o espírito de família é "saber convergir naquilo que é essencial".

(...) "As pessoas podem ser de partidos diferentes, de religiões diferentes, de opiniões diferentes, de meios diferentes, com ideias totalmente diversas sobre a vida e aquilo que as aproxima, que fez o nosso país, aquilo que faz a nossa vida nas comunidades em que nos integramos é o afecto", declarou.»

Comentário do blogueiro: "todos diferentes, todos iguais!" Onde é que eu já ouvi isto? Enfim, o Marcelinho deve ter passado o feriado com a Assunção Cristas, porque está com o mesmo discurso utópico e estéril.

Convém esclarecer que as palavras do presidente-pimba foram proferidas no contexto de uma visita ao Refúgio Aboím Ascensão, uma instituição que acolhe crianças e jovens carenciados. Só que este apelo do Marcelinho às virtudes da caridadezinha em nome do "espírito de família" (como se toda a gente que vive em Portugal pertencesse à mesma família) esbarra na contradição inevitável do multiculturalismo: se não houver uma comunidade coesa e uniforme, as pessoas tenderão cada vez menos a  cooperar umas com as outras e a trabalhar activamente para a sociedade.

Eu, por exemplo, há uns anos atrás, não falhava um único peditório do Banco Alimentar Contra a Fome e cheguei a dar dinheiro à Cáritas. Mas depois descobri que estas instituições, tal como muitas outras ligadas à caridadezinha, entregam grande parte da comida e das doações a gente que não precisa e também aos iminvasores. De há meia-dúzia de anos para cá, deixei de dar. E não tenciono dar nunca mais! Porque deveria? A mim, nunca ninguém me deu nada! Nada me garante sequer que, ao contrário da geração do Marcelo, os meus descontos me darão direito a uma reforma digna, porque o Estado Social dificilmente resistirá até meados deste século, pelo menos como o conhecemos hoje.

De resto, este foi mais um discurso do Marcelinho cheio de contradições. Por exemplo, o homem diz que "seria horrível um país em que todos pensássemos da mesma maneira", mas depois diz também que temos de "saber convergir naquilo que é essencial". Ou seja, acabamos por ficar com o velho "pensem diferente à vontade, desde que não façam ondas"...

Entretanto, algures numa universidade norte-americana... (2)


«As pessoas brancas são uma praga para o planeta»

«Como as pessoas brancas empestaram a sociedade»

«O Pé-Grande. Os unicórnios. O racismo ao revés [anti-branco].
O que é que todos têm em comum?» 

«Lágrimas bracas [de pessoas brancas].» 


____________
Ver também:

Entretanto, algures numa universidade norte-americana...
Professora negra da Universidade de Boston diz que a "masculinidade branca" é um problema
Nos EUA: Professora da Universidade de Chicago defende a castração dos homens que "assediam" as mulheres
Nos EUA: estudante universitário suspenso por dizer que as mulheres negras não são atraentes
Entretanto, nos EUA... (3): guerreiros da justiça social tentam expulsar jornalistas da universidade
Pat Condell: «emburrecendo a universidade»
Pat Condell: «a liberdade de expressão nas universidades»
"A ciência é uma construção social"!  
Manuais escolares: cada vez mais veículos de doutrinação!
Lily Tang Williams fala da doutrinação neomarxista nas escolas dos EUA
A realidade do multirracialismo numa universidade no Brasil
Ramiro Marques: «A escola pública como instrumento da agenda política ressocializadora»

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

O Costa das Índias insiste em querer acolher mais e mais "refugiados"


«O primeiro-ministro, António Costa, disse esta terça-feira este Martes que é importante ter em conta que a crise imigratória ainda não está ultrapassada, sublinhando que esse será um dos temas em destaque no Conselho Europeu da próxima semana.

"Não podemos ter a ilusão de que a crise imigratória ficou ultrapassada. As rotas no mediterrâneo central rumo a Itália e no mediterrâneo ocidental rumo a Espanha têm vindo a aumentar e exigem uma resposta activa de todos nós", afirmou o chefe do Governo.

Costa falava no parlamento, no debate preparatório, com os partidos com assento parlamentar para o Conselho Europeu que se realiza em Bruxelas (Bélgica) a 15 e 16 de Dezembro. O projecto de conclusões do encontro, que o primeiro-ministro disse já ter consultado, é "globalmente equilibrado" nos diferentes pontos, mas Portugal vai insistir, por exemplo, no problema imigratório

 
É claro que vamos insistir! A substituição demográfica dos portugueses não pode parar! Chupem, "tugas"!!!
 
«"É importante que neste conselho possamos fazer uma primeira avaliação do funcionamento da guarda costeira e de fronteiras, cuja operação se iniciou em Outubro passado", vincou António Costa, para quem é também necessário executar o programa de parcerias com os países africanos "tendo em vista reduzir na origem" a crise migratória e assegurar um "ambicioso plano definido para África tendo em vista diminuir essa pressão".
 
E prosseguiu: "Acompanhamos a necessidade de haver uma revisão da política comum de asilo. Mas estamos firmemente convencidos que essa revisão não pode sacrificar algo de essencial, o dever de solidariedade entre todos os Estados-membros".

Comentário do blogueiro: ainda ontem vos trouxe aqui a notícia de que Portugal é presentemente o 4º país da Europa que mais recebe refugiados. Não chega, pá! O Costa das Índias quer o pódio... se possível, até o primeiro lugar! Porque, como se diz na gíria futeboleira, "temos de ser ambiciosos e apontar sempre ao título"! Allahu akbar!

____________
Ver também:

Insanidade total: o Costa vai mesmo tentar avançar com o tal "Espaço Schengen da Lusofonia"!
O Costa das Índias quer criar um "Espaço Schengen" da lusofonia!
Bosta das Índias diz que "é positivo que o referendo da Hungria seja inválido"
Os "refugiados" e a classe política traidora

Paul Jospeh Watson: «O enriquecimento cultural da Alemanha»


    Parece que o nosso caro Paul Joseph Watson viu o vídeo anterior... e também outros vídeos recentes sobre o enriquecimento proporcionado pelos "refugiados" aos autóctones alemães! O Sr. Watson diz-nos que, desde que a Alemanha decidiu abrir as suas portas aos "pobres coitadinhos" que "fugiram à guerra", já houve 402 mil crim... eer, perdão, enriquecimentos proporcionados pelos iminvasores! Mas não percam mais tempo a ler-me, caros leitores, vejam antes o interminável desfilar de diversidade vibrante que está a enriquecer a Alemanha:

Entretanto, na Alemanha... (17)


    Vejam só, caros leitores, que vibrante! Um simpático "refugiado" ajudou uma moça alemã a chegar mais rápido ao seu destino! Quem diria que os "refugiados" tinham algo a ensinar aos alemães em matéria eficiência, hein? Parece que afinal é mesmo verdade, são todos engenheiros, pá!!!



Que mais posso dizer, caros leitores? Refugees welcome! Viva a diversidade!!!

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

«Nacionalismo: o futuro!»


Da página de internet do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):

«O regime comporta-se como um criminoso de delito comum. Tem consciência dos crimes cometidos ao longo dos anos contra a população portuguesa, mas revela uma incapacidade enorme de os assumir, preferindo a criminosa “fuga para a frente”, negando-os como se não os tivesse praticado. Ele próprio sabe que a corrida não poderá ser eterna, pelo que demonstra bastante cansaço, estando «ferido de morte».

Mas eis que aparece mais um “balão de oxigénio”, para justificar a sua sobrevivência e como consequência, a agonia do povo. O Nacionalismo! Sim, por momentos, o regime em uníssono, tem algo para desviar as atenções dos próprios crimes, inflamando e ressuscitando um passado que não voltará.

O Nacionalismo amadureceu, está a conquistar o seu natural espaço a nível mundial e apresenta-se como a óbvia solução para os problemas do Século XXI. Quanto mais nos boicotam, mais curiosidade despertam. Quanto mais nos maldizem, mais se juntam às nossas fileiras.»

Estatísticas deprimentes: Portugal é o 4.º país da UE que mais recebeu refugiados


«Portugal é o 4.º país da União Europeia (UE) que mais tem recolocado recebido refugiados, acolhidos primeiro em Itália e Grécia, disse hoje no parlamento a ministra da Administração Interna.

Em audição conjunta das comissões de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias e de Assuntos Europeus, Constança Urbano de Sousa adiantou ainda que Portugal recebeu, em 2016, mais de 600 pedidos de asilo. Este número representa "um acréscimo assinalável", que coloca "um desafio não isento de dificuldades", reconheceu a ministra. "O SEF [Serviço de Estrangeiros e Fronteiras] não estava dimensionado para estes números", admitiu.


Por isso, "é necessário mobilizar mais a sociedade civil para criar mais espaços de acolhimento", defendeu, reafirmando a política de "não criar centros de refugiados". Constança Urbano de Sousa adiantou que Portugal está a receber actualmente pedidos de acolhimento de cidadãos de etnia yazidi que se encontram na Grécia, tendo já dado entrada "97 processos".

A maioria dos refugiados recebidos ao abrigo dos programas de recolocação da UE é originária da Síria, Eritreia e Iraque, especificou a ministra. No que respeita aos programas de reinstalação de refugiados, coordenados pelas Nações Unidas, a governante adiantou que foram acolhidos "12 sírios este ano", vindos sobretudo do Egipto.

Questionada pelos vários partidos sobre a saída de 140 refugiados do país, a ministra recordou que "os refugiados não são prisioneiros" e "têm liberdade de circulação". Mas, admitiu, é preciso um "maior esforço de comunicação com essas pessoas", no sentido de lhes lembrar que o estatuto especial que lhes foi concedido impõe que fixem residência em Portugal.

"O projecto imigratório é pessoal" e é natural que as pessoas procurem "redes de apoio", frisou. A ministra admite que o modelo de dispersão de refugiados pelo território nacional adoptado possa ser debatido, mas realçou que a concentração também tem aspectos negativos. A nível das reformas que a UE porá em marcha para responder ao crescente fluxo imigratório, a ministra antecipa "um processo longo" de negociações. "Não vai ser fácil haver acordo", reconhece, falando numa "tensão muito grande" entre Estados-membros.

Porém, defendeu, a revisão dos acordos de Dublin "é essencial", passando por "critérios mais realistas" e garantias do princípio da reunificação familiar.»

Comentário do blogueiro: reparem, caros leitores, na forma sub-reptícia como o governo "tuga" está a fazer a coisa. Ao contrário dos franceses, que permitiram a concentração de milhares "refugiados" em Calais, com as consequências que conhecemos, a Constança & C.ª perceberam que o melhor é distribuir os "pobres coitadinhos" pelo país, para assim minimizar os problemas a curto prazo.

Nada nos é dito, entretanto, acerca daquilo que os "refugiados" estão a fazer pela nossa sociedade. A falácia mais vezes repetida pelos traidores que nos (des)governam  é que os "pobres coitadinhos" vêm fazer o que os portugueses não querem, mas a Constança & C.ª preferem não nos dizer como e do que é que os "enriquecedores" vivem...

Acácio Pereira: um típico representante da elite apátrida e mundialista


     Um muito obrigado! ao Bilder por nos ter trazido aqui este comentário do Presidente do Sindicato dos Inspectores do SEF, Acácio Pereira. Trata-se de um exercício de puro relativismo e demagogia pró-iminvasão, que padece dos problemas argumentativos já clássicos, como veremos adiante.

«Os recentes acontecimentos envolvendo actos ilícitos com estrangeiros residentes em território nacional – amplamente noticiados, mas uma percentagem muito pequena - levantam uma questão importante e que é nosso dever responder. Podem obter residência legal em Portugal indivíduos que posteriormente se venham a revelar criminosos ou perigosos? Obviamente que sim! Os seres humanos são cheios de virtudes e defeitos, vícios e vaidades, são cumpridores e não cumpridores, independentemente do sítio onde vivem.  São iguais em todos os cantos do nosso planeta. Por isso todos os cidadãos, independentemente da sua origem, têm o mesmo grau de propensão criminal.

Manipular esta realidade é perigoso. Porque é demagogia populista ou infantilidade de pensamento. Conceder o direito de residir no nosso país, um estado de direito democrático, está sujeito, exclusivamente, ao cumprimento do princípio basilar da legalidade. Nenhum outro factor importa. No mundo global que o presente desenha existirá uma perfeita igualdade entre nacionais e estrangeiros. E a única forma de preparar o futuro é apostar em políticas de integração e em estruturas policiais ágeis, eficientes e capazes de minimizar os riscos

Falácia número 1, logo a abrir o 1º parágrafo: "amplamente noticiados, mas uma percentagem muito pequena"; uma percentagem muito pequena do quê, exactamente? É que, se for dos crimes em território nacional, como se dá a entender, é natural que seja uma percentagem muito pequena, uma vez que os refugiados constituem uma percentagem muito pequena da população residente! Isto é a verdadeira lógica da batata! O que é preciso, Sr. Acácio, é comparar a percentagem de crimes da população estrangeira com a percentagem de crimes da população nacional!

Falácia nº2: "Os seres humanos são cheios de virtudes e defeitos, vícios e vaidades, são cumpridores e não cumpridores, independentemente do sítio onde vivem." Ai é, Sr. Acácio? Então porque é que o índice de percepção da corrupção varia tanto entre países? E porque é que tende a ser pior nos países do terceiro-mundo? Explique-nos lá, se fizer o favor!!!

Falácia nº 3: "Por isso todos os cidadãos, independentemente da sua origem, têm o mesmo grau de propensão criminal." Deve ser por isso que os negros e os muçulmanos estão grosseiramente sobre-representados na população prisional do Ocidente, não é Sr. Acácio? É por isso que, por exemplo no Reino Unido, a população prisional muçulmana cresceu uns assombrosos 200% nos últimos 15 anos, certo? Deve ser por isso que, Alemanha, os "refugiados" cometeram 780 crimes por dia nos primeiros seis meses de 2016 certo? Ou que as cidades norte-americanas onde os número de homicídios mais cresceu sejam precisamente as mais mestiças, certo? Ou que as cidades mais violentas do mundo sejam as mais multrraciais, certo? Ou que a explosão da criminalidade no Reino Unido tenha coincidido precisamente com o advento da implementação de políticas multiculturalistas, certo? Ou que os negros cometam a maioria do crime violento nos EUA, certo? Ou que um em cada cinco muçulmanos "britânicos" simpatizem com o Estado Islâmico, certo? Ou que, de meia em meia-hora, seja assassinada uma pessoa nas capitais estaduais do Brasil, certo? CERTO?!?!?

Sabe qual é a melhor parte, Sr. Acácio? É que eu tive de recorrer a estatísticas de outras partes do mundo porque as autoridades portuguesas nem sequer têm a integridade de divulgar a criminalidade por raça, etnia e religião, como acontece por exemplo nos EUA. Vocês são tão covardes e demagogos que nem isso são capazes de fazer e depois ainda têm o descaramento de querer discutir seriamente a criminalidade por local de origem! Tenham mas é vergonha na cara, todos vocês!!!

Mas olhe, estamos de acordo numa coisa, Sr. Acácio, manipular e escamotear a realidade da criminalidade é realmente perigoso. Eu até diria mais, é criminoso! E mais lhe digo, Sr. Acácio, as últimas duas frases do seu texto não passam de uma fantasia! Nunca haverá -nem tem de haver!- igualdade entre nacionais e estrangeiros, a menos que pessoas como o Sr. Acácio a imponham à força, contra a vontade dos portugueses, ao jeito antidemocrático dos regime totalitários! As vossas "políticas de integração" têm falhado constantemente, sempre com prejuízo para os autóctones!  E, no caso dos muçulmanos, não existe integração possível, porque os muçulmanos não reconhecem  os membros das restantes comunidades como iguais!

Lamento, Sr. Acácio, mas contrariamente ao que julga, os portugueses não são parvos! E sabem perfeitamente que a realidade, contrariamente ao Sr. Acácio afirma, desmente categoricamente tudo o que  escreveu no seu texto.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

O PNR denuncia a legalização irregular de imigrantes pelo governo português!



«Ministra defende legalização de imigrantes fora da lei

O SEF não sabe a quantos imigrantes ilegais concedeu autorização de residência sem cumprirem a principal exigência da lei: terem entrado legalmente no espaço Schengen.

A ministra da Administração Interna defende uma "orientação" da anterior direcção do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), durante o governo PSD-CDS, que permitiu legalizar, em 2015, milhares de imigrantes à margem da lei. A maioria eram de países considerados de risco, como a Índia, o Bangladesh e o Paquistão, e estavam noutros países da União Europeia (UE) em situação irregular.


Conforme o DN tinha noticiado em Julho passado, a actual direcção do SEF tentou revogar a "orientação" da direcção do juiz desembargador Beça Pereira (que negou ter autorizado tal medida), mandando "cumprir a lei". Mas acabou por recuar, depois de protestos das associações de imigrantes e pressões políticas, prometendo analisar "caso a caso". Nessa altura, Constança Urbano de Sousa disse estar a "analisar a situação", mas vem agora mostrar que não apoiava a revogação do SEF, ao concluir que a medida é uma "diferente interpretação do requisito legal de entrada regular". Para a ministra, "a aplicação das leis pressupõe a sua interpretação, podendo haver interpretações divergentes, como é próprio da aplicação do direito, não consubstanciando a actividade interpretativa uma ilegalidade no sentido estrito".

Os empresários corruptos precisam de imigrantes para terem mão-de-obra barata. O governo PSD/CDS legalizou muitos enquanto mandava os portugueses emigrar. O governo da geringonça quer seguir o mesmo caminho. Tudo farinha do mesmo saco!»