quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Mais uma maravilha islâmica...



Três muçulmanos "britânicos" (como se tal coisa existisse) foram condenados por planear um atentado terrorista de grande dimensão. O grupo fez-se passar por uma organização de caridade, tendo recolhido milhares de libras em apoios. O seu objectivo era detonar engenhos explosivos em zonas de grande densidade populacional.

Terroristas muçulmanos: bonitos por fora, deslumbrantes por dentro.

Entre viagens ao Paquistão e esquemas financeiros fraudulentos, o grupo acabou por ser apanhado pelo MI5 (serviços secretos britânicos). A notícia completa pode ser lida aqui.

6 comentários:

FireHead disse...

Um branco de nacionalidade inglesa se se converte ao islão deixa de ser inglês?

Afonso de Portugal disse...

Eh eh, no papel, é claro que não.

No entanto, da mesma forma que um português que decida tomar o lado do inimigo num conflito militar e atacar Portugal deixa de ser um verdadeiro português (exemplo clássico: Miguel de Vasconcelos), também qualquer europeu que se converta a um credo que é visceralmente inimigo da Europa – neste caso, o Islão – é inimigo da sua pátria e deveria perder o direito a viver na sua terra natal.

É nesse sentido que eu digo que não pode haver muçulmanos britânicos: sendo o Islão inimigo declarado do Reino Unido, um verdadeiro britânico não poderá ser muçulmano porque isso significa ser inimigo da Grã-Bretanha.

FireHead disse...

Antigamente foram as "malditas" Cruzadas da Igreja que impediram que a Europa se transformasse na Eurábia. Hoje a Eurábia já esteve mais longe de surgir. Sinais dos tempos.

Caturo disse...

De facto, os credos totalitários universalistas exigem uma lealdade exclusiva, incompatível, em última análise, com as lealdades nacionais. Já o inglês John Locke fazia notar em «Carta Sobre a Tolerância» que todas as religiões devem ser toleradas excepto as que pela sua natureza ponham em causa a lealdade dos cidadãos ao Estado. Mui significativamente, Locke deu como exemplo disto precisamente o caso dos súbditos turcos de um príncipe austríaco, que politicamente deviam lealdade ao soberano europeu mas que religiosamente, que é o mais importante para um religioso, a sua lealdade estava com o sultão turco.

Já antes disso o irmão mais velho do Islão (ou pai não reconhecido, enfim...), o Cristianismo, tinha feito o mesmo em Roma, quando toneladas de cristãos se recusavam até a combater pela Roma pagã.

Afonso de Portugal disse...

Aliás, essa é a grande fonte de força do Islão: a submissão ao soberano religioso acima do soberano terreno, a menos que o soberano terreno seja representante do sobrenatural. Cria-se assim um sistema de poder exclusivo e incontestável que permanece fora do alcance de qualquer outra jurisdição.

É por isso que a corja elitista que julga poder "domesticar" os muçulmanos anda muito enganada. O senhor dos muçulmanos é Alá e, quando muito, o imã do burgo. Nenhuma outra autoridade terrena se lhes pode sobrepor. Quem acreditar no contrário só anda a enganar-se ou a tentar enganar os outros.

Afonso de Portugal disse...

Penso que nem mesmo so anti-católicos mais fervorosos contestarão o facto de terem sido os cruzados a expulsar os mouros de Portugal há mais de 800 anos.

O problema, conforme já tinhamos conversado no teu blogue, é que não parece nada provável que as circunstâncias que levaram às cruzadas se voltem a repetir. Naquela época, as elites aprovavam as cruzadas... agora não só não as aprovam como apoiam a investida muçulmana sobre o Ocidente. Vivemos tempos realmente complicados...