quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Confirma-se: um dos perpetradores dos ataques de Otava era muçulmano


«O alegado autor do ataque no parlamento do Canadá foi identificado como Michael Zehaf-Bibeau, um cidadão nacional, nascido em 1982, criado na província de Quebeque e convertido ao islamismo, segundo a imprensa local. Era considerado um suspeito de "alto risco" e tinha o passaporte apreendido para evitar que fosse lutar para o estrangeiro. 

Michael Zehaf-Bibeau, que foi abatido pelas forças de segurança do parlamento, já tinha sido condenado por posse de drogas em 2004 e 2009 e converteu-se ao islamismo depois dessa data, disseram fontes oficiais citadas pela imprensa.

A polícia continua a investigar se Zehaf-Bibeau agiu sozinho ou se estava acompanhado, já que declarações iniciais de testemunhas indicaram a presença de outra pessoa. Informações de que outros homens armados estiveram envolvidos poderão ser infundadas, diz a imprensa.

Um soldado que fazia sentinela no Memorial Nacional da Guerra em Otava foi, na manhã de Quarta-feira, atingido a tiro por um homem armado. O atirador terá depois entrado no parlamento e foi abatido.»

 Zehaf-Bibeau fotografado ontem no parlamento canadiano.

«O soldado atingido no ataque morreu e, de acordo com a imprensa, tratava-se de Nathan Cirillo, de 24 anos, natural de Hamilton, no Ontário, e estava na reserva das Forças Armadas.

As autoridades puseram a capital federal canadiana em estado de alerta, a circulação rodoviária foi restringida em alguns locais, onde também as comunicações foram cortadas e as escolas encerradas.


A imprensa também diz que Zehaf-Bibeau era considerado um suspeito de "alto risco" e tinha o passaporte apreendido para evitar que fosse lutar para o estrangeiro.

O incidente ocorreu apenas dois dias depois de dois soldados canadianos terem sido atropelados - um deles mortalmente - no Quebeque, por um homem ligado aos 'jihadistas' islâmicos.

Os dois casos coincidem com o envio de aviões militares canadianos para o Iraque, onde vão integrar a coligação liderada pelos EUA e que combate o grupo Estado Islâmico (EI).»

Comentário do blogueiro: quem, como eu e outros nacionalistas, segue atentamente o terrorismo islâmico há vários anos, não terá ficado nada surpreendido com a identidade religiosa do terrorista. 

No entanto, já andam muitos analfabetos funcionais na internet -a maioria de esquerda, mas também alguns nazionaliztaz (não confundir com nacionalistas) que vêem judeus em todo o lado- a garantir ao mundo que estes atentados são exclusivamente devidos às "políticas imperialistas" dos EUA, de Israel, etc. e que "não têm nada a ver com o Islão".

Como estes cretinos precisam que alguém lhes faça um desenho, vou ser o mais claro possível: tanto este terrorista que atacou o parlamento, como o outro que atropelou os dois soldados no Quebeque (Martin Couture Rouleau) eram convertidos ao Islão, não nasceram muçulmanos. E mais grave do que isso, converteram-se recentemente, Zehaf-Bibeau em 2010 e Rouleau em 2013. Portanto, deixem de ser estúpidos de uma vez por todas e olhem para o denominador comum em todos estes casos, que é o Islão, não são "os judeus", nem o "sangue negróide", nem a "CIA/Mossad", nem sequer as porcas das rameiras que em má hora abriram as pernas e vos deixaram cair neste mundo, seus imbecis formatados que não conseguem ver mais nada para além da grande conspiração sionista!

Há ainda outro aspecto no texto da notícia que tem necessariamente de ser salientado: o terrorista "tinha o passaporte apreendido para evitar que fosse lutar para o estrangeiro." A ser verdade, é uma política verdadeiramente disparatada por parte do governo canadiano. Os terroristas islâmicos, sendo hostis à superior Civilização Ocidental, devem poder partir sempre que desejarem. O que não devem poder é regressar depois de terem ido combater para o estrangeiro. A partir do momento em que um islamista manifesta a intenção de partir para fazer a "guerra santa", o melhor é mesmo deixá-lo ir, sob pena de ele acabar por fazer a sua jihad no país de onde não conseguiu sair. Foi isso que aconteceu ontem no Canadá e que irá acontecer em muitos mais países ocidentais se esta política absolutamente imbecil for mantida.

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Ver também:

No multicultural e vibrante Canadá: jihadista atropela dois soldados para agradar a Alá
Clérigo islâmico de Ontário (Canadá) legitima o apedrejamento

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