domingo, 5 de outubro de 2014

Mais cinco "portugueses" aderem ao terrorismo islâmico


«Cinco portugueses, devotos da religião muçulmana, estão já a caminho da Turquia, de onde seguirão depois por via terrestre para se juntarem às forças do Estado Islâmico, que combatem o regime sírio de Bashar al-Assad. 

Segundo o ‘Expresso’ avançou ontem, o grupo tem idades entre 19 e 25 anos. Um destes jovens, conhecido como Sandro ‘Funa’, estará já mesmo a combater ao lado dos islâmicos.


A Sandro vão juntar-se, em breve, os amigos identificados como Fábio, Patrício, Celso e Edgar. Os cinco comunicam com frequência entre si através das redes sociais da Internet. Todos viviam na linha de Sintra, tendo emigrado para Inglaterra, local onde, em mesquitas, tomaram contacto com o Islão radical. Ali receberam treino.»

 Fábio, de 22 anos, está a combater na Síria há cerca de uma ano.

Comentário do blogueiro: mais cinco "tugas" a juntar aos doze anteriores, todos dispostos a morrer pelo credo do profeta pedófilo! Mas "o Islão não interessa para nada", pá! O que é relamente importante é combater o "cancro sionista", pá!...

Agora a sério, não sendo eu um habitante da região de Lisboa, apenas conheço o quotidiano de constante violência da linha de Sintra pelo relato dos Nacionalistas na blogosfera. Ainda assim, não estou nada surpreendido com esta notícia: é exactamente este tipo de gente que é mais facilmente seduzida pelo "radicalismo" islâmico: iminvasores de segunda e de terceira geração alheios à cultura portuguesa, apesar de já terem nascido "portugueses" no papel. A narrativa islâmica encaixa que nem uma luva na mundivisão destes "jovens" desenraizados, legitima e reforça a sua percepção terceiro-mundista de estarem a ser oprimidos pela sociedade do "branco imperialista", fá-los aspirar à utopia do Grande Califado.

Nesse sentido, é notável a quantidade de semelhanças entre o islamismo e as doutrinas comunistas revolucionárias adoptadas ao longo do último século pelos opositores do capitalismo: o mesmo agente opressor, a mesma justificação distorcida, a mesma solução definitiva. A única diferença relevante -e os comunas são tão estúpidos que nem isso percebem- é que, para os alienados, o poder de Alá terá sempre maior força persuasora do que o ideal da destruição da burguesia. Nesse aspecto, o Islão é claramente superior a todas as formas de comunismo. E uma ameaça muito mais séria à segurança dos povos ocidentais a longo prazo...

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