quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Carniceiros de Paris já tinham antecedentes por terrorismo islâmico


«A França procura dois irmãos, suspeitos pelo atentado de Quarta-feira na redacção do jornal Charlie Hebdo, que terminou com a morte de 12 pessoas. A polícia localizou os dois homens no Norte do país, segundo algumas fontes citadas pela imprensa francesa.

Por trás do ataque em pleno centro de Paris estiveram três homens: os dois irmãos Kouachi, de 32 e 34 anos, e Hamyd Mouradi, de 18 anos, que se entregou durante a última noite, após descobrir o seu nome entre os suspeitos. (...) A polícia concentra agora as buscas sobre os dois irmãos, Chérif e Said Kouachi.»

Também há quem diga que estes cavalheiros são agentes da Mossad. Não, não é piada...

«(...) Quando revelou a identidade dos suspeitos, o ministro do Interior, Bernard Cazeneuve, afirmou que os dois irmãos eram já "objecto de vigilância". Porém, "não havia elementos sobre eles que atestassem a iminência de um ataque", explicou o ministro, citado pela AFP.

(...) Entre os três suspeitos, Chérif Kouachi é o que recolhe mais atenção, uma vez que se trata de um nome conhecido dos serviços de contra-terrorismo franceses. Em 2008 foi condenado a três anos de prisão, dos quais 18 meses de pena suspensa, pela sua participação numa rede de envio de combatentes que se pretendiam juntar à Al-Qaeda no Iraque.

Dois anos depois, Chérif foi um dos suspeitos de conspirar para libertar um antigo dirigente do Grupo Armado Argelino Islâmico (GIA), Smain Ait Ali Belkacem, condenado a prisão perpétua em 2002 como um dos responsáveis pelo ataque a uma estação de metro em Paris, em 1995, que matou oito pessoas. O irmão de Chérif também era suspeito, mas ambos acabaram por ser ilibados por falta de provas, segundo a BBC.»

Comentário do blogueiro: mais uma vez se confirma a realidade para a qual os Nacionalistas estão constantemente a alertar. Um islamista não é reformável, não é possível fazer um terrorista islâmico mudar de ideias a respeito da jihad, da umma e da perseguição aos "infiéis". A partir do momento em que um terrorista islâmico decide começar a matar por Alá, já não há volta atrás, é isso que ele vai fazer até ao resto dos seus dias.

Estes irmãos deviam ter sido, na pior das hipóteses, muito mais vigiados. Porque idealmente deviam era ter sido expulsos do país, pelo menos o tal Chérif. Mas como as elites traidoras que mandam na Europa dão a nacionalidade dos seus estados-membros a qualquer badameco que venha para cá viver e, automaticamente, à sua descendência, os europeus nativos são forçados a conviver com esta escumalha... e a morrer às suas mãos.

E isto só vai mudar quando os europeus perceberem que só Nacionalismo se preocupa com a sua sobrevivência. E que, por isso mesmo, só o Nacionalismo é solução!

2 comentários:

hilario martins Ferreira disse...

São sempre os mesmos,e os serviços secretos sabem disso.
Só não fazem nada porque as leis são sempre a favor do bandido.
E das "minorias".
É o problema das democracias.
Quem trabalha , paga impostos e ganha pouco ninguém defende.
Já vi isso pessoalmente noutros dois países e aqui.
È um desabafo.

Afonso de Portugal disse...

Em primeiro lugar, obrigado pelo seu comentário e bem-vindo ao Totalitarismo Universalista.

A sua análise é certeira no que toca a quem trabalha e paga impostos. A superclasse não deseja defender a população, deseja escravizá-la. E a melhor forma de fazer isso é garantir que o salário dessas pessoas, sobretudo da classe média, seja suficientemente grande para lhes permitir sobreviver, mas demasiado curto para lhes dar tempo para pensar e reflectir sobre os assuntos da nação.

Já no que respeita às nossas democracias, julgo que o grande problema é elas serem manifestamente anti-democráticas: há uma elite política que é eleita de 4 em 4 anos mas que nunca é responsabilizada pelos danos que faz ao país e ao povo. Ora, sem responsabilização dos governantes, não temos uma verdadeira democracia, temos apenas um concurso de popularidade mediante o qual se dá carta-branca aos governantes para fazerem aquilo que quiserem em total impunidade.

Alguém alguma vez perguntou aos europeus se queríamos estes muçulmanos na Europa? Não, claro que não, eles decidiram isso por nós! Então que raio de democracia é esta?