sábado, 10 de janeiro de 2015

O PNR reage à carnificina de Paris


Da página de internet do Partido Nacional Renovador:

«Relativamente ao atentado terrorista ocorrido em Paris, o Partido Nacional Renovador (PNR) não pode deixar de tecer as seguintes considerações: 

É urgente conter a vaga migratória de muçulmanos para a Europa. Certamente que a maioria não vem com a intenção de praticar actos terroristas, mas, em primeiro lugar, quando existem cidadãos nacionais no desemprego, nenhum país deve aceitar indiscriminadamente gente de fora. Depois, basta que uma pequena percentagem destes imigrantes venha com intenções violentas para que comece a recrutar outros muçulmanos descontentes ou a converter à sua fé deserdados europeus e, assim, a gerar o caos e uma guerra de guerrilha descontrolada por todo o chamado Espaço Schengen, no qual (recorde-se aos mais desatentos) Portugal está incluído.


O PNR considera também importante que os países da Europa procedam a uma análise rigorosa dos imigrantes muçulmanos já existentes no seu solo, tendo em vista a expulsão imediata de quem se revelar hostil às nossas sociedades ou não integrado nas mesmas, bem como de todos aqueles que cá permanecem ilegalmente. Isto passa também pelo retirar das nacionalidades europeias aos naturalizados nessas condições e pelo controlo apertado daqueles que, por imperativos legais, não puderem ser expulsos. Efectivamente, não podemos colocar em risco milhares de vidas só porque o “politicamente correcto” nos tenta obrigar a vergarmo-nos a teorias abstractas de humanitarismo e benevolência para quem não merece, e que de resto começam já a degenerar num banho de sangue.

Igualmente importante é educar os jovens europeus numa atmosfera de amor às suas comunidades e de orgulho são pelas suas culturas, interrompendo-se assim a presente espiral de desenraizamento e isolamento que os torna susceptíveis a “conversões” a modas vindas de fora.

O PNR recorda ainda que, na Europa, os partidos nacionalistas têm sido desde há vários anos os únicos com a clarividência necessária para alertar para este tipo de perigos. Uma vez mais, o futuro deu-nos razão. Isto é algo que não nos alegra, mas demonstra novamente que, ao contrário de outros, sabemos bem analisar as situações e prever as suas consequências.

Por último, o PNR deixa uma mensagem para todos aqueles que insistem em não abrir os olhos (nomeadamente, mas não só, governantes e demais “bem-pensantes” promotores do multiculturalismo radical e suicida): quando um dia for tarde demais, não digam que ninguém vos avisou.

Lisboa, 7 de Janeiro de 2015
A Comissão Política Nacional»

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