sexta-feira, 24 de julho de 2015

Mais detalhes sobre o ataque que vitimou cinco marines nos EUA


Este vídeo explica como o é que o terrorista islâmico Maomé Abdulasiz levou a cabo o seu atentado em Chattanooga, no estado do Tennessee.

De acordo com o Major General Paul W. Brier, comandante-geral da 4ª Divisão de Marines, uma vintena de marines e dois oficiais da marinha estavam a inspeccionar as suas armas depois de terem completado uma missão na Califórnia... quando tudo aconteceu!

O terrorista islâmico entrou logo a matar, usando o seu Ford Mustang para rebentar o portão das instalações. Um dos militares no recinto sacou imediatamente a sua arma e disparou na direcção do Maomé.

O agente especial do FBI Edward Reinhold explicou que, mesmo assim, o escravo de Alá conseguiu entrar no edifício principal, onde começou por matar um soldado e depois disparou sobre tudo o que se mexia, na tentativa de matar tantos militares quantos conseguisse. Os soldados no recinto correram a alertar os seus camaradas de armas, indo de porta em porta a informá-los da presença do atirador.

(...) O Abdulasiz acabou por atravessar todo o edifício e, já no exterior lado oposto àquele por onde tinha entrado, matou 4 marines que estavam numa zona de veículos. Acabou por ser abatido numa troca de tiros com a polícia local que, entretanto, tinha contornado o edifício pelo lado Sul.

(...) O FBI não acredita que o seguidor do profeta pedófilo estivesse a colaborar com mais alguém e estão a tratá-lo como um "extremista doméstico violento".


Comentário do blogueiro: que história tão bonita! Aliás, como todas as histórias islâmicas onde só há paz, amor e tolerância! Ai não, esperem lá, enganei-me, afinal o Maomé era apenas um "extremista doméstico violento"!...

De facto, é evidente que ele só podia ser um "extremista doméstico violento", uma vez que a sua origem e aparência física não lhe permitiam passar por um "supremacista branco"... e também não podia ser um terrorista muçulmano, nem pensar, isso muito menos, que os povos do Ocidente têm de perceber de uma vez por todas que o Islão é a "religião da paz" e estes terroristas "não têm nada a ver com o Islão"! Mas é que não têm mesmo nada a ver co  Islão, pá!!!

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