domingo, 30 de abril de 2017

Pat Condell: «Uma Palavrinha aos Imigrantes Islâmicos»


     Só agora consegui encontrar uma versão legendada deste magnífico vídeo do Pat Condell, originalmente "carregado" para o YouTube em Novembro de 2016. A tradução e a legendagem ficaram a cargo do brasileiro Matias Pasqualotto.



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Ver também:

3VVPV (23): Pat Condell «Nós queremos a verdade!»

15 comentários:

Kyndjal disse...

ja deviamos era dar costas a oratoria dos politicos e "especialistas" e comecar a olear e afiar as armas...
ja os vejo no centro de cascais com o lenco na cabeca,e muitos comerciantes ja se queixam deles.esta gente nao se punha ca e abriam lojas sem o aval do Estado e dinheiro dos contribuintes.Traidores nojentos.
continuemos a falar e a debater,continuemos...

Afonso de Portugal disse...

O problema é que, neste momento, quem se atrever a pegar em armas vai acabar na prisão. É por isso que os muslos conseguriam avançar em França, no Reino Unido, na Suécia, na Holanda, na Alemanha, etc. O sistema tolera tudo aos muçulmanos, mas não tolera nada aos europeus.

E não é fácil dar a volta a este estado de coisas, porque é preciso que a opinião pública esteja do nosso lado.

Rick disse...

O sistema é em grande parte os políticos que os europeus elegem. No mínimo, se estes fossem íntegros e amassem as suas pátrias e povos, estas questões nem se colocariam.
O que pode levar alguém a votar em partidos políticos que consideram tão português um muçulmano ou preto que recebe o passaporte na véspera quanto um nativo? Que consideram acertado defender a cultura dos invasores e uma discriminação defender a cultura nacional?
A pergunta a fazer é porque elegem estes crápulas corruptos e traidores.
A resposta implica perceber como chegamos aqui.
O caso é que vejo tantas análises descabeladas e soluções líricas que perco a esperança de ver o fim desta canalhice toda, embora esteja ainda longe da velhice :)
Mas, o Kyndjal terá provavelmente alguma razão e isto acabará em guerras civis.
Se assim for, direi sim à minha querida pátria.

RAMIRO LOPES ANDRADE disse...

Caro Afonso de Portugal
Copiei o video no meu blogue.
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Video essencial que descreve com precisão o que está acontecendo na Europa.
É também um claro recado as feministas, e defensores dos direitos humanos destes VERMES islamitas pedófilos do 3º mundo.
Eu só quero ver quando um familiar destes defensores do Islão paz e amor, for estuprado por um refugiado retrógrado, como aconteceu com uma portuguesa em Albufeira, violada por um porco eritreu muçulmano, que havia chegado a Portugal um mês antes .......

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Abraços

Ramiro Lopes Andrade

Afonso de Portugal disse...

Rick disse...
«O que pode levar alguém a votar em partidos políticos que consideram tão português um muçulmano ou preto que recebe o passaporte na véspera quanto um nativo? Que consideram acertado defender a cultura dos invasores e uma discriminação defender a cultura nacional?»

A ganância. A falta de visão a longo prazo. O medo dos "fascistas". A doutrinação ideológica desde tenra idade. A sedução da falácia do "mal menor". O apego cego à cultura dominante.


«A resposta implica perceber como chegamos aqui. O caso é que vejo tantas análises descabeladas e soluções líricas que perco a esperança de ver o fim desta canalhice toda, embora esteja ainda longe da velhice :)»

Análises, de facto, não faltam. Eu estou convencido -e já o disse neste espaço muitas vezes- que perdemos a guerra cultural. Na segunda metade do século XX, deixámos que as nossas instituições fossem dominadas pelos nossos inimigos e isso fez toda a diferença.

A dura realidade é que o amor à nação não é inato, ou só é inato até certo ponto. Tem por isso de ser cultivado desde tenra idade, ou não prevalacerá entre os inúmeros afazeres e distrações da vida adulta. O inimigo percebeu isso há muito tempo e apoderou-se do sistema de cultivo: as escolas, os jornais, as televisões, a justiça, a classe pulhítica.

Para isto só há duas soluções possíveis: (1) guerra civil e (2) reconquista das instituições. A primeira parece-me completamente suicida e a segunda talvez seja demasiado demorada para ser viável tendo em conta a nossa situação demográfica.


«Mas, o Kyndjal terá provavelmente alguma razão e isto acabará em guerras civis.
Se assim for, direi sim à minha querida pátria.
»

Eu devo dizer que não acredito que essa guerra venha a acontecer. Os brancos dos EUA estão prestes a transformar-se numa minoria e não fizeram nada para o evitar. Os brancos de Londres fugiram (e continuam a fugir) da cidade à medida que ela vai sendo cada vez mais islamziada. Os brancos de Paris, Estocolmo, Colónia, Amsterdão e tantas outras cidades europeias, idem. E depois ainda temos o Brasil, onde os brancos também nunca fizeram nada em relação às questões da demografia e da miscigenação.

Ou seja, quem tinha razão era o romano Juvenal, quando cunhou a famosa expressão "pão e circo": enquanto o povo tiver condições mínimas de subsistência, não haverá nenhuma guerra civil, muito menos racial/nacionalista. O grande problema dos brancos é que não têm uma consciência colectiva de si próprios. E sem isso dificilmente se unirão em torno da sua preservação.


RAMIRO LOPES ANDRADE disse...
«Copiei o video no meu blogue.»

Fez muito bem, caro Ramiro! Quanto mais isto se espalhar, melhor!


«Eu só quero ver quando um familiar destes defensores do Islão paz e amor, for estuprado por um refugiado retrógrado, como aconteceu com uma portuguesa em Albufeira, violada por um porco eritreu muçulmano, que havia chegado a Portugal um mês antes»

Alguns deles, nem assim aprendem, caro Ramiro! Houve um imbecil francês cuja mulher foi assassinada no Bataclan que disse: «perdi a minha mulher, mas não irei odiar os muçulmanos porque isso seria dar-lhes a vitória!» E pior do que isso, houve um político alemão cuja filha foi assassinada por um muçulmano que disse algo do género, «não se pode generalizar, nem todos os muçulmanos são terroristas», etc.

Esta gente está doente, caro Ramiro! Há entre nós pessoas que merecem realmente ser conquistadas e escravizadas pela escumalha islâmica! Infelizmente, nós acabamos por pagar por eles!...

Um abraço!

Leitora disse...

"Eu devo dizer que não acredito que essa guerra venha a acontecer. Os brancos dos EUA ...."

Acho que os casos mais graves são os dos países multiculturais da África, tais como Zimbábue e África do Sul. Os brancos são a minoria da minoria.. 10% pra menos, senão me engano, o poder todo na mão dos negros, sendo caçados até a morte, perdendo propriedades, e... nada!!!!!
É verdade que os mais espertos e ricos, fugiram de lá já quando virão a mer..da que ia dar/estada dando sem o Apartheid. Parece que antes brancos eram 40% da população ...
Estão completamente abandonados e a mercê dos violentos seres, e... nada.

Mas eu não sei, viu. Já ouviu falar da tal Nova Ordem Mundial?
E se tiverem usando esses seres para gerar medo entre os brancos, e assim implantar um estado policial, fascista de verdade, em prol da "segurança"? Às vezes os próprios ''globalistas'' tem isso em mente, não sei. Mas há o boato que a Nova Ordem pode ter um estado policial. Nesse caso, faz sentido eles manterem os selvagens entre nós.

Afonso de Portugal disse...

Leitora disse...
«Acho que os casos mais graves são os dos países multiculturais da África, tais como Zimbábue e África do Sul (...) sendo caçados até a morte, perdendo propriedades, e... nada!!!!! (...) Estão completamente abandonados e a mercê dos violentos seres, e... nada.»

Excelente observação, cara Leitora! Há muitas razões para que isso tenha acontecido, mas a principal, a meu ver, é que os brancos nunca se viram a eles próprios como uma verdadeira comunidade. E esse é também o grande problema dos europeus e dos brancos americanos da actualidade. Nós não nos reconhecemos como um bloco populacional coeso. Somos cada vez mais "cidadãos do mundo", "seres humanos como os outros" ou qualquer outra falácia do género.

Entretanto, os muçulmanos afirmam-se muçulmanos primeiro e o tudo o resto depois. Partilham um objectivo colectivo, a Uma, o grande califado à escala mundial. Os negros, embora menos conscientes e unidos por um objectivo global, vêem-se como oprimidos e têm como aspiração tomar o mundo do homem branco, o seu eterno opressor. A demografia é cada vez mais a sua grande arma. O mesmo vale para muitas comunidades "asiáticas", como os malaios, os paquistaneses, os indonésios, os hindustânicos e tantos outros.

Depois temos os chineses, muito mais inteligentes, que vêem a batalha pelo controlo mundial como aquilo que ela é realmente: domínio demográfico e domínio económico. No primeiro plano, a China renunciou à sua política de filho único percebendo que é altura de avançar para o Ocidente. A sua primeira arma é a emigração (com "e", para o exterior). Mas a China tem feito muito mais do que isso: por um lado, passou os últimos vinte anos a acumular reservas de ouro, para assim estar preparada para quaisquer crises cambiais. Por outro lado, a sua pujança económica continua a basear-se numa mão-de-obra relativamente barata e na aquisição gradual de empresas estratégicas no exterior. Por último, os judeus. Estes dispensam apresentações. Da alta finança aos mé(r)dia, não há sector-chave em que eles não estejam presentes.

Os únicos que estão a dormir, no meio disto tudo, são os brancos. Os nossos líderes são corruptos, o nosso povo foi amaciado por décadas de prosperidade e propaganda universalista. Tornámo-nos fracos, covardes e resignados. Pagaremos caro por isso, mesmo que consigamos salvar-nos, o preço será elevado.


«E se tiverem usando esses seres para gerar medo entre os brancos, e assim implantar um estado policial, fascista de verdade, em prol da "segurança"?»

Eu não tenho a menor dúvida de que farão isso! Na Europa, estão tentado criar uma "polícia europeia", um grupo paramilitar pago com os impostos de todos os europeus, capaz de intervir em qualquer estado-membro sem sua autorização. Mas esse será apenas um passo na estratégia final, que é a implantação de um governo mundial. Se esse cenário catastrófico se concretizar, os brancos dificilmente viverão muito tempo, uma vez que a superclasse não terá mais uso para nós.

Afonso de Portugal disse...

Tudo isto para dizer o seguinte: os brancos precisam de um desígnio maior, de um objectivo trasncendente que lhes permita competir com os outros povos. É isso que está a falhar no Ocidente, os brancos não têm valores maiores para perseguir.

Ora, esse objectivo maior-que-tudo já existe, é a nossa sobrevivência, numa primeira instância, e depois a reconquista do Ocidente. O grande problema, é que a esmagadora maioria dos europeus está alheada desse objectivo. E é isso que é urgente mudar...

Leitora disse...

"Eu não tenho a menor dúvida de que farão isso! Na Europa, estão tentado criar uma "polícia europeia", um grupo paramilitar pago com os impostos de todos os europeus, capaz de intervir em qualquer estado-membro sem sua autorização."

Pois é, se não existisse a diversidade, também não haveriam tantos crimes. Sem alógenos e muçulmanos, não teriam tantos homicídios, tráfico de drogas, atentado terroristas.. outras coisas que não existiriam: "racismo", "xenofobia", "islamofobia"
Ou seja, para se manter um estado policial, é preciso que hajam "bandidos", e como os brancos não colaboram para isso, foi necessário chamar reforços para criar uma necessidade.
Ação: deixar alógenos violentos e de baixo Q.I. entrar no país, eles irão cometer tantos crimes e atentados que irão gerar uma:
Reação: as pessoas vão querer e reclamar por mais segurança, e aí entra a
Solução: mais polícia e vigilância, diminuição da liberdade das pessoas. E esse pode ser o objetivo dos globalistas com isso tudo.

Rick disse...

Afonso, o problema é que os brancos não têm essa percepção, muito por força das ideologias de raiz socialistas que fomentam a divisão e o ódio de classe, género, etc e que detêm o monopólio dos mídia. Ora, elas têm dominado o cenário há longas dezenas de anos e conservam-se predominantes pelas razões que conhecemos, sobretudo porque há várias gerações, fortemente doutrinadas, saídas da academia e que hoje dão cartas em todos os sectores da sociedade.
O domínio da linguagem e da comunicação é o mais forte obstáculo aos movimentos nacionalistas, ainda tímidos e a braços com a grande fragilidade das suas lideranças, para que a sua mensagem chegue a toda a sociedade.
Na minha opinião, não há como criar um desígnio comum a toda a raça branca. Parece-me inexequível.
Cada nação deve mobilizar-se tocando as cordas certas. Portugal deve reassumir-se como nação/projecto histórico.
Não podemos esperar por D.Sebastião (como o Afonso diz), mas sendo realistas, não há massa crítica. É preciso trabalhar muito e a prazo. Isso implica ter quem saiba pensar. Amadorismo e voluntarismo contra as hordas comunas e internacionalistas, com uma organização superior, experimentada e bem financiada, não funciona.
Estou pessimista.

Afonso de Portugal disse...

Leitora disse…
«Sem alógenos e muçulmanos, não teriam tantos homicídios, tráfico de drogas, atentado terroristas.. outras coisas que não existiriam: "racismo", "xenofobia", "islamofobia"»

É um facto. Aliás, o : "racismo", "xenofobia" e a "islamofobia" foram criados precisamente para proteger os invasores e amordaçar os autóctones.


«Ou seja, para se manter um estado policial, é preciso que hajam "bandidos", e como os brancos não colaboram para isso, foi necessário chamar reforços para criar uma necessidade.»

Sim, eu acredito que essa é uma das causas para o fomento da iminvasão, mas há outras. Desde logo, a Esquerda precisa do voto imigrante para ganhar eleições. A Direita precisa do voto imigrante para manter os custos de mão-de-obra reduzidos. A Igreja precisa de imigrantes para renovar o rebanho. No final, todos se uniram em torno do mesmo objectivo comum. E tem um bónus para eles: a imigração acabará com os brancos a longo prazo, permitindo-lhes estender o seu domínio para além das froneiras do Ocidente.

«Ação: deixar alógenos violentos e de baixo Q.I. entrar no país, eles irão cometer tantos crimes e atentados que irão gerar uma:
Reação: as pessoas vão querer e reclamar por mais segurança, e aí entra a
Solução: mais polícia e vigilância, diminuição da liberdade das pessoas. E esse pode ser o objetivo dos globalistas com isso tudo.
»

Não pode, cara Leitor, é! O caos social é uma componente fundamental da sua estratégia. Infelizmente, eles estar a ter sucesso porque os ocidentais não compreendem que só alcançarão mais segurança quando se livrarem dos alógenos, não quando se vergarem a um estado totalitário.


Rick disse...
«Afonso, o problema é que os brancos não têm essa percepção, muito por força das ideologias de raiz socialistas que fomentam a divisão e o ódio de classe, género, etc e que detêm o monopólio dos mídia.»

Concordo plenamente, caro Rick. E isso que eu quero dizer quando afirmo que perdemos a guerra cultural.


«Ora, elas têm dominado o cenário há longas dezenas de anos e conservam-se predominantes pelas razões que conhecemos, sobretudo porque há várias gerações, fortemente doutrinadas, saídas da academia e que hoje dão cartas em todos os sectores da sociedade.»

Mais uma vez, na mouche! Elas tomaram as instituições e dão cartas a partir de cima. Mas olhe que eu ando há anos a tentar explicar isso a outros nacionalistas e a esmagadora maioria diz que eu sou um idiota, quando não um “agente desinformador”. Para essas pessoas, tudo se resolverá como uma revolução ou com uma espécie de anarco-primitivismo nacionalista, i.e. “sair do sistema” e regressar ao mundo rural.

Afonso de Portugal disse...

Rick disse...
«O domínio da linguagem e da comunicação é o mais forte obstáculo aos movimentos nacionalistas, ainda tímidos e a braços com a grande fragilidade das suas lideranças, para que a sua mensagem chegue a toda a sociedade.»

É a dura realidade. Quem controla a narrativa, controla o destino dos povos. E convencer a maior parte dos nacionalistas disso?


«Na minha opinião, não há como criar um desígnio comum a toda a raça branca. Parece-me inexequível.»

Não é de facto exequível a curto (alguns anos) e a médio prazo (algumas décadas). A longo prazo (4-5 décadas) poderia ser, se os nacionalistas começassem a trabalhar afincadamente no objectivo de reconquistar as nossas instituições. Temos uma vantagem que os nossos antecessores não tinham, a internet. O Brexite a eleição do Presidente Trump mostraram-nos que a internet pode ser ferramenta muito poderosa quando usada devidamente. Mas a esmagadora maioria dos nacionalistas parece apenas interessada em falar para si própria e em masturbar-se intelectualmente.


«É preciso trabalhar muito e a prazo. Isso implica ter quem saiba pensar. Amadorismo e voluntarismo contra as hordas comunas e internacionalistas, com uma organização superior, experimentada e bem financiada, não funciona.»

Tudo verdade! Confesso que até estou assombrado por constatar que afinal não estou sozinho nesta visão das coisas! Que dizer, sozinho também não, há algumas pessoas no PNR que também percebem esta realidade. Mas reconquistar as instituições não é tarefa fácil. Pior do que isso, é uma tarefa a executar a muito longo prazo e muitos dos nossos militantes não têm capacidade para tanto.


«Estou pessimista.»

É de certa forma inevitável ficarmos pessimistas perante a realidade da máquina monstruosa que temos pela frente. Mas não temos o direito de desistir. O mais difícil é perceber que temos responsabilidades primordiais a assumir: todo o nacionalista tem o dever de ter filhos; todo o nacionalista tem o dever de ter rendimentos que o tornem relativamente independente; todo o nacionalista tem a obrigação de tentar “converter” outras pessoas ao nacionalismo; todo o nacionalista tem a obrigação de se associar a outros nacionalistas, não apenas na internet, mas sobretudo na vida real; todo o nacionalista tem o dever de se esforçar ao máximo na sua carreira ou actividade profissional, de forma a atingir posições e cargos de topo que lhe permitam proteger e recompensar outros nacionalistas e fazer lóbi no sentido da alteração da narrativa vigente. Só assim poderemos empreender a tal reconquista que, repito, nunca acontecerá do dia para a noite, tal como o marxismo cultural não se apoderou do Ocidente do dia para a noite!

Leitora disse...

Mas Afonso, os nacionalistas não tem nem sequer uma "bíblia" né? Explico, os marxistas tem vários livros que os ensinam e instruem a serem marxistas, como e pelo que eles devem lutar, as estratégias a seguir e etc. Os nacionalistas não tem nenhuma linha a seguir. Não tem "livros" para nacionalistas.
Não é um "exército" organizado.

Leitora disse...

É como um pequeno grupo de pessoas completamente desorganizadas, perdidas e desorientadas contra a força organizada, direcionada e constante.

Afonso de Portugal disse...

Leitora disse...
«É como um pequeno grupo de pessoas completamente desorganizadas, perdidas e desorientadas contra a força organizada, direcionada e constante.»


Infelizmente para nós, é isso mesmo, cara Leitora! Sendo que, ainda por cima, há muitos de nós que insistem em seguir estratégias que sempre deram errado no passado.



«Mas Afonso, os nacionalistas não tem nem sequer uma "bíblia" né? Explico, os marxistas tem vários livros que os ensinam e instruem a serem marxistas, como e pelo que eles devem lutar, as estratégias a seguir e etc. Os nacionalistas não tem nenhuma linha a seguir. Não tem "livros" para nacionalistas.»

Desde que embarquei no movimento nacionalista, identifiquei pelo menos oito fenómenos que explicam essa situação: (1) a corrente mais influente no seio do nacionalismo continua a ser o nacional-socialismo; o nacional-socialismo tem muita bibliografia de cariz ideológico, desde ensaios sobre as funções do estado aos valores morais que devem nortear os líderes e o povo da Nação... mas é pouco útil sobre a conquista do poder político nos dias de hoje, em que os centros de poder e decisão à escala mundial estão todos nas mãos do inimigo; (2) os nacionalistas não se entendem quanto ao modelo económico a adoptar para a governação da Nação; este problema decorre do anterior, i.e. uma parte muito significativa dos nacionalistas revê-se no paradigma do estado-providência; outros acham que a concentração excessiva de poderes no Estado é inaceitável; (3) não há consenso acerca do inimigo prioritário; uns vêem os judeus como a causa de todos os males e o resto como alvos secundários; outros vêem os muçulmanos como o único alvo a abater; uns focam-se em teorias da conspiração, em numerologia e em negar o holocausto; outros focam-se em denunciar a islamização e a classe política; (4) não há consenso acerca da forma de chegar ao poder; uns acreditam sobretudo na Democracia, outros na revolução armada, outros na fuga ao sistema (evitar os bancos, contrair dívidas, estar empregado por conta de outrem, etc.) e ainda há outros que preconizam uma via intermédia, com estados sociais clandestinos dentro do Estado; (5) não há consenso quanto ao modelo de governação; Monarquia? República? Aristocracia meritocrática? Cada cabeça, sua sentença; (6) não há consenso quanto à integridade territorial; há quem defenda o separatismo e a independência das regiões predominantemente arianas; por outro lado, há quem considere a divisão territorial absolutamente inaceitável; (7) há quem não aceite nacionalistas que professem uma religião diferente; cristãos rejeitam pagãos e vice-versa; ateus rejeitam religiosos e vice-versa; etc. (8) não há consenso quanto aos valores morais a adoptar; uns defendem a família tradicional, outros acham que os LGBT podem ser nossos aliados; uns são contra o aborto, outros acham o aborto é desejável; uns acham que as mulheres nunca deviam ter saído da cozinha (alguns acham até que as mulheres não deviam poder votar), outros acham que o modelo familiar tradicional está ultrapassado.

É muito complicado conciliar todos estes pontos de vista num manual nacionalista que agrade a todos, cara Leitora. Mesmo muito complicado!